Conversando sobre psicopatologia

Que bom que vocês estão aqui, porque aí eu não fico falando sozinha. Freud disse que torna-se louco aquele que não tem com quem tornar real o seu delírio! E eu acho que revisitar a psicopatologia foi uma experiência muito delirante nesse momento pra mim. Eu estudei no laboratório de psicopatologia e psicanálise da Universidade de Brasília durante o meu curso de pós-graduação- mestrado, eu estudei e fui orientada por um cara que revolucionou muito a psicopatologia no Brasil, que é o Dr. Francisco Martins. No entanto meu interesse pela psicopatologia é bem anterior ao mestrado, já no curso de psicologia, meus tempos de laboratório no Adauto Botelho, e, acredito que mesmo antes disso, o contato com a loucura sempre me fora muito atraente. Muito enigmático. Ao mesmo tempo em que eu me reencontrei em muitas coisas nesses textos de psicopatologia agora ao revisitá-los, eu tive também um estranhamento enorme de coisas que eu acreditei durante muito tempo e que hoje não fazem o mínimo sentido pra mim, por exemplo, no que diz respeito, à noção de cura. No que diz respeito à própria direção do tratamento.

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2 comentários em “Conversando sobre psicopatologia

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